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30 de janeiro de 2013
Da Redação
Em março deverá ser publicado o edital de chamamento para a apresentação de propostas de acordo setorial para a implantação da logística reversa para resíduos domésticos de medicamentos, segundo prazo estipulado pelo Comitê Orientador para Implementação de Sistemas de Logística Reversa.
O sistema deverá seguir o princípio do “poluidor pagador”, em que a indústria farmacêutica arca com os custos, como forma de estimular a redução da geração de resíduos. Estudo de viabilidade realizado pelo Núcleo de Economia Industrial e da Tecnologia (Neit), da Unicamp, estima que o Brasil precisaria coletar 12,6 mil toneladas de resíduos de medicamentos ao ano, de 42 mil farmácias em todo o País.
O programa teria implementação progressiva, priorizando as 285 cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes. Elas representam 52% dos municípios brasileiros e somam 6,7 mil toneladas de medicamentos descartados ao ano. “A um custo médio de R$ 8,50 por quilo, chegaríamos a R$ 57 milhões por ano para o processamento de 6,7 mil toneladas”, calcula o coordenador do estudo, Célio Hiratuka, segundo quem o transporte deverá representar o maior custo do sistema.
Fonte: DCI
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